quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

No esporte ninguém fica de fora


A paralisia cerebral é um grupo de sintomas incapacitantes permanentes, resultantes de dano às áreas do cérebro responsáveis pelo controle motor. É um problema não-progressivo que pode ter origem antes, durante ou logo após o nascimento e se manifesta na perda ou no comprometimento do controle sobre a musculatura voluntária. Apesar de ser uma condição que gera uma limitação funcional, assim como em qualquer outro tipo de deficiência, sempre há a possibilidade de se explorar a sua eficiência, ou seja, dentro da condição limitante existe sempre o potencial armazenado.

Como em qualquer outro tipo de atividade física, o desporto tem como objetivo a melhoria das condições físicas, orgânicas e das habilidades motoras voltadas para a realização da tarefa motora específica.

Porém, diferentemente do desporto regular, o desporto adaptado necessita de um processo de nivelamento, visto que as limitações dos atletas paradesportivos podem estar associadas à perda de funcionabilidade, devido às condições incapacitantes provenientes da deficiência e não tão somente às variáveis fisiológicas.

O classificador funcional, durante o processo classificatório, busca encontrar no atleta portador de paralisia cerebral, uma funcionabilidade, capaz de agrupá-lo em uma classe funcional. Na CP-ISRA, estas classes funcionais, ou seja, o perfil funcional são oito:

A. Classe Funcional 1, B. Classe Funcional 2, C. Classe Funcional 3, D. Classe Funcional 4, E. Classe Funcional 5, F. Classe Funcional 6, G. Classe Funcional 7,
H. Classe Funcional 8.

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