Ela está em muitos lugares: nas capas das revistas, no
objetivo das dietas ou nos anúncios de clínicas estéticas. Verdadeiro sonho de
consumo, a conquista da famosa ‘barriguinha chapada’ tornou-se uma obsessão
para os que procuram manter a boa forma física. Mas, será que só isso importa?
Mais do que a preocupação meramente estética, o controle da gordura na região
abdominal previne, entre outras coisas, doenças cardiovasculares, diabetes,
hipertensão arterial e colesterol alterado.
Por essa razão, é importante conhecermos os principais
indicadores antropométricos (ou seja, que estudam as proporções e medidas do
corpo) usados na avaliação e controle desse acúmulo de gordura. Por indicar
precisamente a existência da obesidade, a medida da circunferência abdominal é
o método mais utilizado como ferramenta para mensurar a distribuição regional
do tecido adiposo.
O procedimento de aferição é simples. Para saber a medida
da circunferência abdominal, comece medindo a cintura (a menor circunferência
acima da cicatriz umbilical) e o quadril (a extensão máxima da nádega). Depois,
para obter a relação entre as duas variáveis, basta dividir o valor da cintura
pelo quadril. Devemos nos preocupar quando a relação cintura/quadril estiver maior
que 90 cm para os homens e, no caso das mulheres, acima dos 85 cm.

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