segunda-feira, 27 de junho de 2011

Exercício Físico para portadores de Alzheimer

Irei postar, parte de um trabalho, apresentado em seminário na Faculdade, na matéria de Atividade Física para Grupos Especiais. 

A Doença de Alzheimer ou mal de Alzheimer é uma doença degenerativa do cérebro caracterizada por uma perda das faculdades cognitivas superiores, manifestando-se inicialmente por alterações da memória, sendo a causa mais comum de demência entre os idosos (Qiu ET AL, 2007). Tais alterações de memória agravam-se com a progressão da doença e são posteriormente acompanhados por déficits visuoespaciais e de linguagem. O inicio da doença pode muitas vezes dar-se com simples alterações de personalidade acompanhadas de ideação paranóide.
''O principal papel de um programa de exercício para pessoas com doença de Alzheimer é melhorar a qualidade de vida por meio de atenuação dos efeitos deletérios proporcionados pela doença''.


Evolução

A doença se subdivide em três estágios:

Inicial / Intermediário / Grave

Estima-se que a cada ano, a doença causa uma piora de aproximadamente 5 a 15 % da cognição, o que, em média, faz com que o paciente demore apenas oito anos para sair do estagio inicial até o final. 


Epidemiologia

A doença de Alzheimer transformou-se, a partir de anos 70, de uma forma considerada relativamente rara de demência em uma das doenças mais freqüentes e que mais preocupações tem despertado na população. Duas são as causas principais desse fenômeno: a extensão do conceito de doença de Alzheimer e o envelhecimento da população mundial e brasileira.

Benefícios do Exercício

 No mundo atualmente, existem entre dezessete a vinte e cinco milhões de pessoas com a doença de Alzheimer (Azevedo, Ribas, 2004).

Em estudos recentes, foi demonstrado que o exercício possui grandes efeitos e potenciais benefícios na doença de Alzheimer. 
O principal papel de um programa de exercício para pessoas com doença de Alzheimer é melhorar a qualidade de vida por meio de atenuação dos efeitos deletérios proporcionados pela doença, tais como maior risco de hospitalização, perda da independência e mortalidade.  

É recomendado fazer exercícios de leve a moderado por 2x a 3x na semana e, exercícios resistidos com pesos, bem orientados por um profissional da Educação Física. 

Referências:

- Atividade física e doença de Parkinson (Rafael de Azevedo*  Aletha Caetano**
- Contribuição de um programa de atividades físicas na qualidade de vida de parkinsonianos (
Patricia Carlesso Marcelino Siqueira*Péricles Saremba Vieira**)
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BENEFÍCIOS DO TREINAMENTO RESISTIDO NA REABILITAÇÃO DA MARCHA E EQUILÍBRIO NOS PORTADORES DA DOENÇA DE PARKINSON (Almerinda Braga Ana Lúcia Inácio de Lima Xavier)
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http://www.saudevidaonline.com.br/artigo97.htm
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http://www.alzheimermed.com.br/

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